Data:16/01/2011
Fato:
Participação da cidade de Ipojuca no PIB estadual mais do que dobrou em dez anos, puxada pela expansão de Suape.
Ipojuca registrou um PIB de R$ 6,3 bilhões, o terceiro maior de Pernambuco.
É onde está localizada a famosa praia de Porto de Galinhas e empreendimentos como a Refinaria Abreu e Lima, o Estaleiro Atlântico Sul e a PetroquímicaSuape, que já somam quase 20 mil empregados e um aporte de R$ 30 bilhões.
Comentário Pessoal:Ipojuca é o maior centro de desenvolvimento econômico de Pernambuco, e seu rápido crescimento fez com que o PIB per capta seja o mais alto de Pernambuco. Porém vem causando problemas na infra-estrutura da cidade, pois o rápido crescimento está gerando muita migração de pessoas de baixa renda de outras cidades e ocupação irregular das áreas urbanas.
Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/01/16/economia8_0.asp
Notícia:
Crescimento de gente grande em Ipojuca
O principal polo turístico e os maiores investimentos já recebidos nos últimos anos em Pernambuco estão no município de Ipojuca. É onde está localizada a famosa praia de Porto de Galinhas e empreendimentos como a Refinaria Abreu e Lima, o Estaleiro Atlântico Sul e a PetroquímicaSuape, que já somam quase 20 mil empregados e um aporte de R$ 30 bilhões. Por isso, não é de se surpreender que Ipojuca tenha sido a cidade que mais cresceu em participação no Produto Interno Bruto (PIB) estadual, passando de 4,2% em 1999 para 8,9% em 2008.
Ipojuca registrou um PIB de R$ 6,3 bilhões, o terceiro maior de Pernambuco. Por ter uma população de apenas 75 mil habitantes, em um território de 527,3 quilômetros quadrados, o município tem um PIB per capita de R$ 84,4 mil, sendo o mais alto do estado. ´Isso porque é calculado com defasagem de dois anos e até 2008 a Refinaria Abreu e Lima ainda não estava em construção, o estaleiro não havia construído seu primeiro navio e a Petroquímicanão estava em operação`, explica Wilson Grimaldi, economista da Agência Condepe/Fidem.
A concentração da distribuição dos combustíveis no município, a chegada de algumas indústrias, como a Unilever, e, principalmente, o crescimento do turismo, que atrai por ano cerca de 500 mil visitantes em 32 quilômetros de litoral, são alguns dos fatores que contribuíram para o crescimento até 2008. ´Mas, a partir de agora, o maior peso será mesmo Suape`, comenta Gustavo Maia, consultor da Datamétrica Consultoria. ´Sem dúvida, o PIB a ser calculado nos anos seguintes trará números bem maiores`, prevê Wilson Grimaldi.
Desenvolvimento
Suape, que reúne mais de 100 indústrias, é hoje o maior vetor de desenvolvimento de Pernambuco. Somente 20% do complexo industrial e portuário estão em Ipojuca. Apesar disso, é no lado ipojucano que estão os empreendimentos de maior porte e geração de emprego. O rápido crescimento, no entanto, tem gerado problemas estruturais. Nos últimos dez anos, a população cresceu em cerca de 20 mil habitantes. ´Há uma forte migração de pessoas de baixa renda de outros municípios tentando emprego, provocando uma ocupação irregular dos morros da cidade. Fica difícil para o município oferecer serviços de educação e saúde na qualidade e na quantidade que essas pessoas precisam`, diz Antônia Santa Maria, gestora de estudos metropolitanos da Agência Condepe/Fidem.
A concentração da distribuição dos combustíveis no município, a chegada de algumas indústrias, como a Unilever, e, principalmente, o crescimento do turismo, que atrai por ano cerca de 500 mil visitantes em 32 quilômetros de litoral, são alguns dos fatores que contribuíram para o crescimento até 2008. ´Mas, a partir de agora, o maior peso será mesmo Suape`, comenta Gustavo Maia, consultor da Datamétrica Consultoria. ´Sem dúvida, o PIB a ser calculado nos anos seguintes trará números bem maiores`, prevê Wilson Grimaldi.
Desenvolvimento
Suape, que reúne mais de 100 indústrias, é hoje o maior vetor de desenvolvimento de Pernambuco. Somente 20% do complexo industrial e portuário estão em Ipojuca. Apesar disso, é no lado ipojucano que estão os empreendimentos de maior porte e geração de emprego. O rápido crescimento, no entanto, tem gerado problemas estruturais. Nos últimos dez anos, a população cresceu em cerca de 20 mil habitantes. ´Há uma forte migração de pessoas de baixa renda de outros municípios tentando emprego, provocando uma ocupação irregular dos morros da cidade. Fica difícil para o município oferecer serviços de educação e saúde na qualidade e na quantidade que essas pessoas precisam`, diz Antônia Santa Maria, gestora de estudos metropolitanos da Agência Condepe/Fidem.
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Data:27/01/2011
Fato:
Pernambuco tem um PIB muito alto, o dinamismo da economia local foi puxado pela elevação de 11,2% da produção industrial, ultrapassando a média nacional de e do Nordeste. O desempenho positivo refletiu no mercado de trabalho com o recuo da taxa de desemprego.
Os números revelam que, após a desaceleração provocada pela crise de 2009, a economia brasileira reagiu com crescimento de 6,7% do PIB entre o primeiro trimestre de 2009/2010. Pernambuco não fica atrás. Com os novos investimentos em Suape, a economia local apresenta um novo ciclo de expansão e deverá fechar 2011 com taxa de crescimento de 7%, superior a do Brasil e do Nordeste.
Comentário Pessoal:
Comentário Pessoal:
O Pernambuco continuou crescendo mesmo após uma crise, pois ele teve um ótimo crescimento no seu desenvolvimento econômico.
E Pernambuco está, em vários aspectos, na maioria das vezes a cima da média nacional e do Nordeste.
Fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/01/27/economia5_0.asp
Notícia:
Pernambuco é o que mais cresce
Pernambuco foi o estado com maior crescimento econômico, com taxa acumulada de 9,4% (janeiro/novembro 2010). O resultado é um ponto acima do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, cujo índice foi de 8,4%, além de ser superior à Bahia, que cresceu 7%, e ao Ceará com taxa de 8,7% no período. O dinamismo da economia local foi puxado pela elevação de 11,2% da produção industrial, ultrapassando a média nacional de 11,1% e do Nordeste de 9,6%. O desempenho positivo refletiu no mercado de trabalho com o recuo da taxa de desemprego, que ficou em 8,4% na Região Metropolitana do Recife (RMR) em novembro.
A análise de conjuntura econômica no Brasil e Nordeste foi apresentada ontem pelos economistas da Ceplan (Consultoria Econômica e Planejamento). Os números revelam que, após a desacelaração provocada pela crise de 2009, a economia brasileira reagiu com crescimento de 6,7% do PIB entre o primeiro trimestre de 2009/2010. Pernambuco não fica atrás. Com os novos investimentos em Suape, a economia local apresenta um novo ciclo de expansão e deverá fechar 2011 com taxa de crescimento de 7%, superior a do Brasil, cuja projeção é de 4,5% e de 5,4% do Nordeste.
Segundo o economista Aldemir do Valle, a indústria de transformação alavancou o PIB, em especial nos maiores estados nordestinos (Pernambuco, Ceará e Bahia). Em Pernambuco a indústria cresceu 8,9% (3º trimestre/2010 - 3º trimestre/2009), taxa superior a média do Brasil, que foi de 8,3%. O Ceará cravou o maior crescimento do setor industrial com 14,7%, puxado pelos setores têxtil e calçadista. ´O bom desempenho é justificado pelos investimentos na Região Nordeste e pelo crescimento do salário mínimo real, que traz reflexos para a indústria de alimentos e bebidas`, assinala.
O dinamismo do comércio varejista confirma o ciclo virtuoso do crescimento econômico. Em cinco dos nove estados nordestinos as vendas cresceram acima da média do país. A economista Tânia Bacelar destaca que o consumo concentrado nos estados do Norte e Nordeste, maior que a média do Sudeste, é puxado peloaumento da renda, das transferências dos programas sociais e da ampla oferta de crédito.
O aumento da produção e do consumo refletiram no mercado de trabalho, com o recuo do desemprego. O destaque fica para Fortaleza, com a menor taxa de 5,3% em novembro pelo dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese. Recife tem a segunda menor taxa da região (8,4%). Segundo o economista Valdeci Monteiro, a expectativa é que o desemprego desacelere na RMR, diante da forte demanda de mão de obra em Suape.
Os economistas da Ceplan destacam ainda que, no acumulado de janeiro e novembro de 2010, Pernambuco criou 103 mil postos de trabalho com carteira assinada (Rosa Falcão)
A análise de conjuntura econômica no Brasil e Nordeste foi apresentada ontem pelos economistas da Ceplan (Consultoria Econômica e Planejamento). Os números revelam que, após a desacelaração provocada pela crise de 2009, a economia brasileira reagiu com crescimento de 6,7% do PIB entre o primeiro trimestre de 2009/2010. Pernambuco não fica atrás. Com os novos investimentos em Suape, a economia local apresenta um novo ciclo de expansão e deverá fechar 2011 com taxa de crescimento de 7%, superior a do Brasil, cuja projeção é de 4,5% e de 5,4% do Nordeste.
Segundo o economista Aldemir do Valle, a indústria de transformação alavancou o PIB, em especial nos maiores estados nordestinos (Pernambuco, Ceará e Bahia). Em Pernambuco a indústria cresceu 8,9% (3º trimestre/2010 - 3º trimestre/2009), taxa superior a média do Brasil, que foi de 8,3%. O Ceará cravou o maior crescimento do setor industrial com 14,7%, puxado pelos setores têxtil e calçadista. ´O bom desempenho é justificado pelos investimentos na Região Nordeste e pelo crescimento do salário mínimo real, que traz reflexos para a indústria de alimentos e bebidas`, assinala.
O dinamismo do comércio varejista confirma o ciclo virtuoso do crescimento econômico. Em cinco dos nove estados nordestinos as vendas cresceram acima da média do país. A economista Tânia Bacelar destaca que o consumo concentrado nos estados do Norte e Nordeste, maior que a média do Sudeste, é puxado peloaumento da renda, das transferências dos programas sociais e da ampla oferta de crédito.
O aumento da produção e do consumo refletiram no mercado de trabalho, com o recuo do desemprego. O destaque fica para Fortaleza, com a menor taxa de 5,3% em novembro pelo dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese. Recife tem a segunda menor taxa da região (8,4%). Segundo o economista Valdeci Monteiro, a expectativa é que o desemprego desacelere na RMR, diante da forte demanda de mão de obra em Suape.
Os economistas da Ceplan destacam ainda que, no acumulado de janeiro e novembro de 2010, Pernambuco criou 103 mil postos de trabalho com carteira assinada (Rosa Falcão)
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Data:27/01/2011
Fato:O Estado vai diminuir o crescimento do PIB esse ano, mas continuará crescendo acima da média nacional e do Nordeste. O bom desempenho do Estado em 2011 vem sendo representado principalmente aos empreendimentos que estão indo para Suape entre outros.
Cometário Pessoal:Isso mostra que o estado tem bom um desempenho, com novos empreendimentos e, apesar de estar crescendo em escala menor, o Pernambuco ainda continua crescendo em um ritmo a cima da média nacional e do Nordeste.
Fonte:http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/economia/noticia/2011/01/27/crescimento-do-estado-sera-menor-este-ano-254527.php
Notícia:
Crescimento do Estado será menor este ano
Publicado em 27.01.2011, às 07h55
Do Jornal do Commercio
O Estado vai diminuir o ritmo do crescimento do seu Produto Interno Bruto (PIB) este ano, mas continuará tendo um incremento acima da média do Nordeste e do País, segundo informações divulgadas nessa quarta-feira (26) na IV análise da consultoria Ceplan. Para este ano, os economistas trabalharam com projeções “tímidas” de crescimento, sendo de 4,5% para o Brasil e de 5,4% para o Nordeste. “Estima-se que Pernambuco vai ficar entre 6% e 6,5%”, comentou o economista Valdeci Monteiro. O PIB é o resultado de todas as riquezas produzidas num determinado local.
“Desacelerar não significa que não seja um bom desempenho, o Estado terá um crescimento excepcional em 2011”, comentou o economista da Ceplan, Aldemir do Vale, referindo-se a expectativa do PIB de Pernambuco para este ano. O bom desempenho da economia do Estado em 2011 continuará sendo puxado pelos empreendimentos que estão chegando em Suape, como a Refinaria Abreu e Lima, o polo petroquímico, entre outros. Comparadas com os resultados da economia em 2010, as projeções de 2011 são mais tímidas porque incluem o impacto dos ajustes anunciados pelo governo federal, como o aumento dos juros, o corte de gastos públicos, entre outros. O incremento deste ano em Pernambuco também terá um ritmo menor porque será comparado a uma base (2010) muito positiva, quando o Estado registrou incremento na economia estimado entre 8,5% e 9,5%.
RECUPERAÇÃO - Os números divulgados pela Ceplan mostram que o bom desempenho da econômico de 2010 repercutiu em outros indicadores, como a diminuição do desemprego e a boa performance do comércio varejista, que foi maior do que a média nacional (11,9%) em cinco Estados da Região: Pernambuco (12,7%), Alagoas (13,2%), Maranhão (15%), Ceará (16,7%) e Paraíba (19,3%).
“Desacelerar não significa que não seja um bom desempenho, o Estado terá um crescimento excepcional em 2011”, comentou o economista da Ceplan, Aldemir do Vale, referindo-se a expectativa do PIB de Pernambuco para este ano. O bom desempenho da economia do Estado em 2011 continuará sendo puxado pelos empreendimentos que estão chegando em Suape, como a Refinaria Abreu e Lima, o polo petroquímico, entre outros. Comparadas com os resultados da economia em 2010, as projeções de 2011 são mais tímidas porque incluem o impacto dos ajustes anunciados pelo governo federal, como o aumento dos juros, o corte de gastos públicos, entre outros. O incremento deste ano em Pernambuco também terá um ritmo menor porque será comparado a uma base (2010) muito positiva, quando o Estado registrou incremento na economia estimado entre 8,5% e 9,5%.
RECUPERAÇÃO - Os números divulgados pela Ceplan mostram que o bom desempenho da econômico de 2010 repercutiu em outros indicadores, como a diminuição do desemprego e a boa performance do comércio varejista, que foi maior do que a média nacional (11,9%) em cinco Estados da Região: Pernambuco (12,7%), Alagoas (13,2%), Maranhão (15%), Ceará (16,7%) e Paraíba (19,3%).
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Data:28/01/11
Fato:
O estado de Pernambuco vem crescendo três vezes mais do que a média nacional e é a décima maior economia nacional. Além de estar crescendo, Pernambuco também está se desenvolvendo.
Fato:
O estado de Pernambuco vem crescendo três vezes mais do que a média nacional e é a décima maior economia nacional. Além de estar crescendo, Pernambuco também está se desenvolvendo.
O complexo de Suape representa um dos maiores investimentos em infraestrutura e o governo está investindo para a descentralização do crescimento em várias cidades do estado.
E todo esse investimento gera emprego, renda e desenvolvimento social.
Comentário Pessoal:
Acredito que isso possa influenciar tanto as vidas dos pernambucanos quanto os nordestinos, atraindo mais investimentos de empresas nacionais e internacionais. Esse fato é histórico, pois nunca houve tanto crescimento no nordeste como o que observa-se.
Fonte: http://www.hairnor.com.br/?pagina=noticias&id=95
Notícia :
Comentário Pessoal:
Acredito que isso possa influenciar tanto as vidas dos pernambucanos quanto os nordestinos, atraindo mais investimentos de empresas nacionais e internacionais. Esse fato é histórico, pois nunca houve tanto crescimento no nordeste como o que observa-se.
Fonte: http://www.hairnor.com.br/?pagina=noticias&id=95
Notícia :
Pernambuco foi o estado com maior crescimento econômico, com taxa acumulada de 9,4%. O resultado é um ponto acima do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, cujo índice foi de 8,4%, além de ser superior à Bahia, que cresceu 7%, e ao Ceará com taxa de 8,7% no período.
O dinamismo da economia local foi puxado pela elevação de 11,2% da produção industrial, ultrapassando a média nacional de 11,1% e do Nordeste de 9,6%. O desempenho positivo refletiu no mercado de trabalho com o recuo da taxa de desemprego, que ficou em 8,4% na Região Metropolitana do Recife (RMR) em novembro.
Os números revelam que, após a desaceleração provocada pela crise de 2009, a economia brasileira reagiu com crescimento de 6,7% do PIB entre o primeiro trimestre de 2009/2010. Pernambuco não fica atrás. Com os novos investimentos em Suape, a economia local apresenta um novo ciclo de expansão e deverá fechar 2011 com taxa de crescimento de 7%, superior a do Brasil, cuja projeção é de 4,5% e de 5,4% do Nordeste.
A indústria de transformação alavancou o PIB, em especial nos maiores estados nordestinos (Pernambuco, Ceará e Bahia). Em Pernambuco a indústria cresceu 8,9% (3º trimestre/2010 - 3º trimestre/2009), taxa superior a média do Brasil, que foi de 8,3%.
O dinamismo do comércio varejista confirma o ciclo virtuoso do crescimento econômico. Em cinco dos nove estados nordestinos as vendas cresceram acima da média do país.
O aumento da produção e do consumo refletiram no mercado de trabalho, com o recuo do desemprego. No acumulado de janeiro a novembro de 2010, Pernambuco criou 103 mil postos de trabalho com carteira assinada.
O dinamismo da economia local foi puxado pela elevação de 11,2% da produção industrial, ultrapassando a média nacional de 11,1% e do Nordeste de 9,6%. O desempenho positivo refletiu no mercado de trabalho com o recuo da taxa de desemprego, que ficou em 8,4% na Região Metropolitana do Recife (RMR) em novembro.
Os números revelam que, após a desaceleração provocada pela crise de 2009, a economia brasileira reagiu com crescimento de 6,7% do PIB entre o primeiro trimestre de 2009/2010. Pernambuco não fica atrás. Com os novos investimentos em Suape, a economia local apresenta um novo ciclo de expansão e deverá fechar 2011 com taxa de crescimento de 7%, superior a do Brasil, cuja projeção é de 4,5% e de 5,4% do Nordeste.
A indústria de transformação alavancou o PIB, em especial nos maiores estados nordestinos (Pernambuco, Ceará e Bahia). Em Pernambuco a indústria cresceu 8,9% (3º trimestre/2010 - 3º trimestre/2009), taxa superior a média do Brasil, que foi de 8,3%.
O dinamismo do comércio varejista confirma o ciclo virtuoso do crescimento econômico. Em cinco dos nove estados nordestinos as vendas cresceram acima da média do país.
O aumento da produção e do consumo refletiram no mercado de trabalho, com o recuo do desemprego. No acumulado de janeiro a novembro de 2010, Pernambuco criou 103 mil postos de trabalho com carteira assinada.
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Data:07/02/2011
Fato:
O crescimento de cidades do Agreste pernambucano. De acordo com o Censo de 2010 a cidade de Agrestina teve em seu PIB mais de 50% originado da agricultura e pecuária e apenas 2,9% das indústrias. Porém, isto mudara com a chegada de grandes obras como a Ferrovia Transnordestina e duplicação da BR-104. Assim como Salgueiro, estarão diretamente ligadas a Suape e com outras cidades do pólo de confecções do Agreste, que mantém a economia de exportação para outros Estados.
Cometário Pessoal:
Essa reportagem mostra que não só as cidades metropolitanas estão crescendo, mas também as pequenas do interior.
Com as obras da Ferrovia Transnordestinas e a duplicação da BR-104, cerca de mil empregos serão gerados.
Mas antes da inicialização das obras, estão sendo abertos cursos de profissionalização.
As cidades também estão investindo cursos na área de infra-estrutura, logística e serviços.
Fonte:http://jc3.uol.com.br/jornal/2011/02/07/not_411265.php
Notícia:
Na linha do desenvolvimento
Publicado em 07.02.2011
Publicado em 07.02.2011
Agrestina prepara-se para uma nova realidade econômica com a Transnordestina, cujo trajeto passa pela cidade
A cidade é conhecida como terra do chocalho, por ter tradição na fabricação de sinos utilizados no gado leiteiro e de corte, uma das principais atividades econômicas de Agrestina. De acordo com informações do Censo 2010 do IBGE, o PIB (Produto Interno Bruto) da cidade é de R$ 23,67 milhões, sendo 54% originados da agricultura e pecuária e apenas 2,9% vindo das indústrias.
A cidade é conhecida como terra do chocalho, por ter tradição na fabricação de sinos utilizados no gado leiteiro e de corte, uma das principais atividades econômicas de Agrestina. De acordo com informações do Censo 2010 do IBGE, o PIB (Produto Interno Bruto) da cidade é de R$ 23,67 milhões, sendo 54% originados da agricultura e pecuária e apenas 2,9% vindo das indústrias.
Mas a realidade econômica da cidade está prestes a sofrer fortes mudanças com a vinda de obras bilionárias como a Ferrovia Transnordestina e recentemente com a inclusão da cidade na duplicação da BR-104, anunciada no último dia 22 de janeiro, pelo secretário de Transporte Isaltino Nascimento. Ele estima que as obras da duplicação devem começar entre novembro e dezembro deste ano. “Até o fim do ano teremos pelo menos 10% da obra pronta no trecho entre Caruaru e Agrestina”, afirmou o secretário em seu discurso no momento do anúncio da obra.
Antes mesmo de oficializar a inclusão da cidade nas duas obras, a população já estava sendo beneficiada com oferta de cursos profissionalizantes na área de construção civil. “Formamos uma turma ano passado com cerca de cem profissionais entre pedreiros, carpinteiros, encanadores, eletricistas que já estão adquirindo experiência em obras como construção de casas do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ este ano queremos preparar de 500 a 800 profissionais” disse o secretário de Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico do município, Fábio Araújo.
Agrestina, assim como Salgueiro, funcionará como ponto de carga e descarga de mercadoria com a inclusão da cidade na Transnordestina. A cidade estará diretamente ligada ao Porto de Suape e através da duplicação da BR-104, estará ligada, com mais facilidade, aos municípios do polo de confecção do Agreste, que mantém a economia com exportações para outros Estados.
As obras devem gerar cerca de mil empregos diretos na área da construção civil, mas o boom de ofertas de trabalho e crescimento de renda não ficará restrito ao momento das obras. A vocação da região Agreste para o setor de moda e confecção, fez com que a prefeita, Carmen Miriam, investisse para inclusão de Agrestina no polo da moda gerando maior número de indústrias e empresas de confecções no município. Desde 2010, a prefeitura disponibiliza capacitações na área, através do Centro Vocacional Tecnológico, em Agrestina em parceria com o Instituto Tecnológico de Pernambuco, o Itep, Sebrae e Senai com cursos de costura industrial, corte e costura, modelagem, designer e mecânico de máquina de costura. “Queremos estimular a criação de micro-empresas e vimos potencial para o setor, pela proximidade com as cidades que formam o polo da moda e pela possibilidade de exportar para outros Estados com a Transnordestina e, principalmente, pelo interesse da população na cidade e zona rural”, disse a prefeita do município de poucos mais de 22 mil habitantes.
A cidade também está investindo cursos na área de infraestrutura, logística e serviços. “Estamos pensando no desenvolvimento de toda região ao redor, não apenas Agrestina. Por isso queremos formar mão de obra para trabalhar também no setor de serviços da rede hoteleira que, com certeza, surgirá em cidades como Caruaru”, prevê o secretário Fábio Araújo.
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Data:21/02/2011
Fato:
O crescimento do poder aquisitivo leva as pessoas a aproveitarem o bom momento para comprar imóvel. Embora muitas construções estejam em andamento na cidade, o setor já sente a falta de imóveis. No ano passado, o setor apresentou um crescimento de até 30% em relação a 2009, número que deve ser mantido este ano.
O crescimento do poder aquisitivo leva as pessoas a aproveitarem o bom momento para comprar imóvel. Embora muitas construções estejam em andamento na cidade, o setor já sente a falta de imóveis. No ano passado, o setor apresentou um crescimento de até 30% em relação a 2009, número que deve ser mantido este ano.
Comentário Pessoal:Acredito que isso é muito bom para o Estado, já que além de está se desenvolvendo, construindo obras, gerando emprego, ainda sai com o ganho de seu setor imobiliário.
Fonte:http://jc3.uol.com.br/jornal/2011/02/21/not_413154.php
Notícia:
Setor imobiliário aquecido
Publicado em 21.02.2011
Publicado em 21.02.2011
A mesma euforia observada no setor de construção pelo Brasil é sentida em Pernambuco e também em Caruaru. O crescimento do poder aquisitivo leva as pessoas a aproveitarem o bom momento para comprar imóvel. Desde apartamentos para a classe média até condomínios de luxo, Caruaru aproveita a explosão imobiliária que deve ser mantida até 2020, como apontam especialistas do setor. Embora muitas construções estejam em andamento na cidade, o setor já sente a falta de imóveis.
De acordo com o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), Alexandre Mirinda, se o Brasil é a bola da vez no exterior, Pernambuco ocupa essa vaga no cenário interno. E Caruaru acompanha o crescimento do Estado. No ano passado, o setor apresentou um crescimento de até 30% em relação a 2009, número que deve ser mantido este ano, segundo informações da imobiliária JB Imóveis. Obras como a duplicação da BR–104 injetam dinheiro na economia local e contribuem com esse cenário.
“Com os investimentos que o Estado recebe, sua economia cresce acima da média brasileira. E Caruaru acompanha esse desenvolvimento. Além do crescimento de renda, os investimentos do Governo Federal e dos bancos para financiamento da casa própria também contribuem para que as classes C e D comprem imóveis”, observa Mirinda.
A alta demanda tem sido maior do que o ritmo das construções, como sinalizam os empresários do setor. “Há imóveis em construção na cidade, mas faltam imóveis já prontos no mercado”, avalia Osvaldo Filho, sócio da imobiliária Osvaldo Filho Imóveis.
Outro fator apontado pelo empresário João Batista de Almeida, sócio da JB Imóveis, para a procura é o crescimento do número de faculdades na região. “A cidade tem pelo menos seis faculdades, que impulsionam o aluguel e a venda de imóveis. É muito comum ver pais do Recife comprando apartamentos para os seus filhos que estudam na cidade.”
O gerente da construtora Comello, João Neto, ressalta que o movimento do setor é muito forte em consequência do alto déficit habitacional que começa a diminuir agora com os incentivos do Governo Federal, como o Minha casa, minha vida. “Hoje em Caruaru há cerca de 50 prédios em construção. Para uma cidade de quase 315 mil habitantes, a expectativa é que o setor continue sendo uma das molas da economia.”
O empresário e sócio da construtora Cidade Alta, Hugo Nunes, também cita a alta demanda do setor imobiliário. “A região se transformou num canteiro de obras. A cidade tinha uma demanda reprimida muito forte no setor imobiliário. Mas a tendência é que, com os investimentos na economia, as pessoas comprem imóveis.”
Como consequências desse cenário, João Neto acredita que o setor deve ficar saturado se a procura continuar nesse ritmo, inflacionando o preço dos imóveis. “É um crescimento absurdo. Um lote 6 m x 20 m que era vendido no ano passado por R$ 3 mil, este ano é encontrado por R$ 20 mil.”
Outra realidade que o aquecimento da construção traz para a cidade é o aumento da capacitação técnica das construtoras. João Neto afirma que as empresas estão investindo mais em ações que qualificam os imóveis e estratégias de marketing. “É interessante ver esse movimento no interior. Quem não investe fica para trás.”
LUXO
Outro segmento de construção que se destaca em Caruaru é o mercado de imóveis de luxo, que chegam a custar até R$ 1 milhão. Além do condomínio Alphaville, inaugurado no final do ano passado, a cidade tem construtoras que investem nesse tipo de construção. “Temos uma cobertura à venda por R$ 1 milhão. E há investidores do Sul do País vindo para Caruaru por conta dessa demanda”, observa João Batista de Almeida, da imobiliária JB Imóveis.
Só a construtora Comello está com 12 prédios em construção, todos voltados para público de alto poder aquisitivo. João Neto afirma que nos últimos três meses a construtora vendeu 80% do estoque apresentado em um salão imobiliário. “Devemos comercializar os 20% de unidades que restam ainda no primeiro semestre e já preparar o lançamento de mais sete empreendimentos.”
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Data:22/02/2011
Fato:
A presidente Dilma criou um projeto, chamado “projeto novo Nordeste”, que ajuda a região nos aspectos econômicos, sociais e político. Os investimentos estão estimados a cinqüenta milhões de reais.
Dilma fala que os noves estados do Nordeste precisam continuar crescendo o PIB a cima da média nacional para impulsionar as outras regiões.
Comentário Pessoal:
Acho esse projeto muito importante para o Nordeste, já que esta crescendo de uma forma acelerada e os problemas, principalmente infraestrutura, estão aparecendo.
Com esses cinqüenta milhões de reais que serão investidos, os problemas poderão ir diminuindo cada vez mais. Irão existir mais estradas, escolas, hospitais, etc.
Fonte:http://jc3.uol.com.br/jornal/2011/02/22/not_413238.php
Notícia:
Dilma reafirma compromisso com o Nordeste
Publicado em 22.02.2011
Publicado em 22.02.2011
BARRA DOS COQUEIROS (Sergipe) – A presidente Dilma Rousseff apresentou ontem aos líderes regionais o que chamou de “projeto novo Nordeste”, um compromisso político, social e econômico com a região. Em reunião no XII Fórum dos Governadores, a presidente prometeu que os principais programas de investimento do governo federal serão poupados do corte anunciado de R$ 50 bilhões no Orçamento, cujos detalhes devem ser divulgados pelo Ministério do Planejamento ainda esta semana.
Em um discurso que misturou gratidão pelos resultados das eleições passadas e constatações sobre a economia nordestina, ela afirmou que o conjunto de nove Estados precisa continuar crescendo acima do Produto Interno Bruto (PIB) nacional para impulsionar todo o restante do Brasil.
Também ressaltou que seu compromisso de campanha, erradicar a miséria no País terá foco no Nordeste, em especial no Semi-Árido. Tudo foi dito em linhas gerais, sem maiores detalhes. “Temos que fazer aqui um esforço adicional, porque a pobreza no Brasil tem certidão de nascimento que privilegia (no mau sentido) a região”. No único anúncio de medida efetiva, ela falou da decisão do governo de prorrogar, de 2013 para 2018, os benefícios fiscais no Imposto de Renda, dentro do Fundo Constitucional de Investimentos do Nordeste (Finor).
Dilma citou um conjunto de cifras de recursos federais na região para reforçar seu discurso, sendo obras totais de R$ 120,4 bilhões (sendo R$ 64,5 bilhões até 2014), outros R$ 55,5 bilhões no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) – sem contar a área social – e R$ 5,6 bilhões para as quatro subsedes nordestinas da Copa do Mundo: Recife, Salvador, Natal e Fortaleza.
A presença da presidente no XII Fórum de Governadores do Nordeste, uma reunião periódica de governadores iniciada em 2007 e que ocorreu ontem pela primeira vez na administração de Dilma, foi considerada por ela mesma um sinal de compromisso político.
“Minha primeira fala só poderia ser de agradecimento ao povo do Nordeste, que soube me dar seu apoio. E ao mesmo tempo assumiu um compromisso comigo ao me dar uma das votações mais expressivas que algum presidente da República teve na região nordestina. O agradecimento é de coração. E o compromisso é da mais profunda e ampla convicção. O Nordeste é o grande desafio da minha gestão como foi na do presidente Lula”, afirmou Dilma.
Embora tenha enfatizado os laços estreitos com a região, a presidente não trouxe definições ao encontro de ontem. Na área social, disse esperar para “o início do segundo trimestre” a formatação de sua política para erradicação da miséria, promessa de campanha.
“Nós vamos precisar, para que tenhamos um novo Nordeste, espraiar o desenvolvimento para todo o território. (…) Assim como não há solução para o Brasil sem o Nordeste, não há uma solução para o Nordeste sem o Semi-Árido”, reforçou. A presidente, em seguida, solicitou aos governadores a apresentação de projetos ao governo federal, até março, que contemplem essa área.
Dilma Rousseff também falou das megaobras de infraestrutura, citando a continuidade da Ferrovia Transnordestina, Transposição do Rio São Francisco e ferrovia Norte-Oeste. Mas ponderou que agora é o momento de pensar nos complementos desses projetos e se referiu à área de recursos hídricos, a cargo do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho.
Ela mencionou o cinturão hídrico do Ceará, o Canal do Sertão de Alagoas, o Canal de Xingó em Sergipe e o sistema adutor do Agreste em Pernambuco.
Segundo ela, a política de irrigação, com a requalificação e ampliação da área irrigada, também é “crucial” para o desenvolvimento do Nordeste. “Por isso estamos reestruturando o Ministério da Integração, criando a Secretaria Nacional de Irrigação”, declarou Dilma.
Na educação, informou que serão inaugurados 72 novos polos da universidade aberta, além da abertura de três campi.
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Data:27/02/2011
Fato:
O crescimento econômico do Estado tem permitido que os micros e pequenos empresários também tenham um aumento no seu faturamento.
Nos últimos cinco anos, os municípios de Cabo e Ipojuca vêm apresentando os maiores PIB e geração de emprego no Estado. E toda essa pujança vem mudando o cotidiano dos habitantes.
Comentário Pessoal:
Nos últimos anos o numero de micro empresas e pequenos negócios mais do que duplicou, atraindo cada vez mais pessoas em busca de trabalho.
Todas essas pessoas necessitam de locais para comer, dormir e de outras necessidades básicas. Com isso o numero de pousadas, hotéis, lanchonetes, restaurantes aumentam e lucram mais.
Esse fato gera um aumento na demanda de fornecedores de água, alimentos, padarias, etc.
Os pequenos empresários locais estão sabendo aproveitar o bom momento da economia para ganhar dinheiro.
Fonte:http://jc3.uol.com.br/jornal/2011/02/27/not_413912.php
Noticia:
Bom momento gera chances para todos Publicado em 27.02.2011
Os números não mentem. O crescimento econômico de Pernambuco é inquestionável de acordo com os relatos oficiais. Quase toda semana chega uma nova empresa, muitas vezes multinacional, com investimentos grandiosos e geração de milhares de emprego. Mas este excelente momento econômico vivido pelo Estado e propagandeado pelos governantes tem uma face mais clara, mais direta. Ele está no rosto das pessoas. Na conta bancária. Na melhoria da renda. Nas aspirações e projetos de micro empreendedores que estão ganhando dinheiro como nunca e, assim, começam a construir um futuro melhor para suas famílias.
Os números não mentem. O crescimento econômico de Pernambuco é inquestionável de acordo com os relatos oficiais. Quase toda semana chega uma nova empresa, muitas vezes multinacional, com investimentos grandiosos e geração de milhares de emprego. Mas este excelente momento econômico vivido pelo Estado e propagandeado pelos governantes tem uma face mais clara, mais direta. Ele está no rosto das pessoas. Na conta bancária. Na melhoria da renda. Nas aspirações e projetos de micro empreendedores que estão ganhando dinheiro como nunca e, assim, começam a construir um futuro melhor para suas famílias.
Primeiro, vamos aos números. Segundo dados da Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe), das 5.334 empresas existentes no Cabo de Santo Agostinho, 2.992 foram criadas nos últimos cinco anos. Em Ipojuca, do total de 3.368 empresas, 1.931 só passaram a existir a partir de 2005. Localizadas na Região Metropolitana do Recife (RMR), as duas estão no ranking das cidades pernambucanas com os maiores PIB e geração de emprego. Toda essa pujança se torna muito notável no cotidiano das pessoas, sobretudo dos micro e pequenos empresários que estão aproveitando a onda de crescimento para ganhar um dinheiro que antes parecia longe de suas realidades.
Paulo Aroeira nunca imaginou que seu pequeno restaurante fosse faturar tanto. Ele sempre foi empreendedor e, antes do Larissa Lanches, era dono de uma locadora de filmes que tornou-se inviável com a pirataria. Antes da locadora, sustentava a família com uma loja de artesanato em Barreiros, na Zona da Mata do Estado. O restaurante fica em Ipojuca e tem um faturamento que hoje gira em torno de R$ 45 mil. Entre julho e outubro do ano passado, esse valor chegou a R$ 80 mil. Antes do “milagre Suape” não passava de R$ 10 mil, mesmo com muito esforço e dedicação de Paulo e sua esposa, Josiane Maria da Silva. Em um local pequeno e sem muito espaço, ele serve 150 refeições por dia para os trabalhadores que erguem os grandiosos projetos do porto. “Como empreendedor nunca ganhei tanto dinheiro. Comecei com uma cozinheira e pude contratar mais três funcionários. Nunca pensei que um negócio meu fosse faturar tanto”, diz Paulo.
Ele é citado pelos conterrâneos como exemplo de empreendedor pequeno e bem sucedido. A reportagem do Jornal do Commercio esteve em Ipojuca, na última segunda-feira, e em conversas informais com moradores locais, Paulo era tido como alguém que está sabendo aproveitar o bom momento da economia para ganhar dinheiro. Os proprietários da Pousada da Branca também estão na boca do povo. A hospedaria vive em obras e enche os olhos de quem passa. Para conseguir um quarto é bem difícil. A taxa de ocupação média do local é de 98%. Pode-se dizer que pelo menos neste aspecto, o estabelecimento faz vista aos hotéis cinco estrelas do Litoral Sul. Dificilmente uma das 45 suítes da pousada fica desocupada por mais de um dia.
“Tenho esse negócio desde 1986 e nunca passei por um período tão bom. Se tivesse dinheiro, ergueria mais 150 quartos. Fazia um terceiro, um quarto andar na pousada. Cliente eu tenho pra isso”, comemora Amilton Alves de Carvalho. Ele criou seis filhos com a renda da hospedaria que fundou junto com a esposa com que trabalha até hoje, Josefa Alves Bezerra. Alimentação e hospedagem são dois dos setores que mais lucram com o desenvolvimento de Suape. Além da construção civil, são os segmentos onde o dinheiro chega primeiro.
“Ainda estamos no início de uma longa fase de crescimento econômico. Os grandes projetos como a refinaria ainda estão sendo erguidos. Outros ainda começarão a ser construídos. Então quem lucra são as construtoras e as empresas que fornecem os serviços básicos para os milhares de novos trabalhadores que chegam para aproveitar a onda de desenvolvimento”, explica a gerente da unidade do Sebrae da Mata Sul, Valéria Augusta de Souza. Segundo ela, somente uma das grandes empresas novas precisou de uma hora pra outra acomodar 1.500 funcionários. A dormida e a comida desse pessoal todo têm gerado aumento no faturamento das pequenas empresas.
O crescimento econômico na rota que liga o Recife a Ipojuca é logo notado nos canteiros de obras espalhados pela PE-060 e pela BR-101 e no movimento da estrada. Engarrafamentos são constantes. As ruas do Cabo e Ipojuca que já eram desorganizadas mesmo antes do boom, hoje são verdadeiros emaranhados de carros, motos, caminhões, bicicletas e pedestres.
Os restaurantes têm imensas filas de espera. As pousadas quase não têm vagas para os turistas. Os mototaxistas vivem num movimento frenético, levando gente pra cima e pra baixo. Os bares, cheios de trabalhadores aproveitando o fim de tarde para tomar uma cerveja.
Todo os que estão ali precisam comer, dormir e vestir. Esses atos corriqueiros fazem o dinheiro girar nos dois municípios. “Você nota que muita gente está ganhando mais dinheiro. Seja gente de fora ou daqui. O movimento da minha padaria cresceu 30%. O faturamento mensal chega a R$ 20 mil. Acho que o negócio ainda vai crescer mais, depois que novas empresas chegarem e estiverem funcionando”, prevê Eraldo Barros de Souza Júnior. Ele gerencia junto com a família a Padaria Modelo, situada no centro do Cabo, que está na família há quatro gerações. “Tenho também junto com a minha esposa um depósito de água que entrega 100 garrafões por dia para o canteiro de obras da refinaria. É o nosso maior cliente. Ninguém compra mais do que eles. A gente nunca viu tanto crescimento”, completa.
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